Musculação
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12 min

Treino de peito e tríceps: guia para hipertrofia

Treino de peito e tríceps: supino, crucifixo, tríceps na polia e ordem dos exercícios para maximizar estímulo sem lesionar ombro.
Foto: Pexels
04 de julho de 2026 · EvoTrain
Treino de peito e tríceps reúne padrões de empurrar horizontais e extensão de cotovelo. O tríceps já trabalha no supino e no desenvolvimento; por isso os isoladores de tríceps ficam depois do peitoral. Ombro saudável pede aquecimento, amplitude confortável e ego controlado na barra. Querer peito “largo” não justifica abrir demais a pegada até sentir o manguito panicar.
Escolha de exercícios que cobre o peitoral
Supino reto (barra, halter ou máquina) é base. Inclinado enfatiza porção clavicular. Crucifixo, peck deck ou crossover atacam adução. Paralelas assistidas ou mergulho em máquina ajudam peito e tríceps juntos. Não precisa dos três tipos de inclinação mais cabo mais halter no mesmo dia: escolha um composto principal, um secundário e um isolador.
Supino reto ou máquina — três a quatro séries
Supino inclinado ou crucifixo — três séries
Tríceps na polia ou testa — três séries
Tríceps coice, corda ou paralelas assistidas — duas a três séries
Proteção de ombro no dia de peito
Aqueça com elevação leve, rotações externas com elástico e séries leves de supino. Escápulas estáveis no banco. Desça sob controle até amplitude que não cause fisgada. Se barra incomoda, halteres ou máquina articulada costumam ser amigos. Evite transformações de “peito todos os dias” típicas de iniciante ansioso — inflamação não é hipertrofia.
Tríceps depois do peito: como não desperdiçar
Polia com corda ou barra, testa com halteres e paralelas cobrem longas e laterais o bastante. Duas variações bastam. Cuidado com cotovelo no testa: baixe a carga e mantenha cotovelos estáveis. Tríceps responde bem a faixas de oito a quinze. Se o lockout do supino está fraco, não é desculpa para só fazer tríceps — melhore também o próprio supino.
Exemplo de sessão e progressão
Supino máquina quatro por seis a dez. Inclinado com halteres três por oito a doze. Crucifixo três por doze a quinze. Tríceps corda três por dez a quinze. Tríceps testa duas a três por oito a doze. Suba carga no composto principal quando a técnica permitir. Foque em sentir peito, não em arquear a lombar como ponte.
Descanso de dois a três minutos no primeiro composto
Evite celular em cima do peito entre séries no banco
Se ombro incomodar inclinando, use mais reto e crossoever baixo
Volume semanal de peito: dez a dezesseis séries para a maioria
Encaixe semanal
Em ABCD esse é o dia A. Em PPL, parte do push. Em upper, misture com puxadores no mesmo dia para equilibrar. Não coloque peito pesado na véspera de esporte de arremesso ou natação intensa se o ombro já reclama. Progressão lenta e constante vence o “peito treino especial” de feriado.
Variação semanal sem bagunça
Numa semana enfatize reto; na outra, inclinado; mantenha sempre um isolador. Tríceps pode alternar corda e testa. Essa rotação simples reduz tédio e estresse repetitivo no ombro sem exigir ficha nova toda segunda. Evite cinco tipos de crucifixo no mesmo dia. Cuidado com mergulho fundo se o ombro já é sensível. Progressão no supino máquina conta tanto quanto na barra.
Pare a série se sentir fisgada anterior no ombro
Aquecimento de rotadores externos vale os dois minutos
Se o inclinado incomoda, use mais reto e crossover baixo
Volume semanal de peito: dez a dezesseis séries para a maioria
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